
O ComUM é um jornal dos alunos de Ciências da Comunicação da Universidade do Minho.O jornal, inicialmente em versão online, aventurou-se há pouco na impressa. Deste modo, o jornal está a apostar num crescimento ainda maior do que o que já possui e que, aos olhos dos mentores do projecto, nem sequer entrava nas cogitações.
Apesar de ser totalmente confeccionado por universitários, vive-se um ambiente semelhante ao de qualquer jornal a nível nacional, uma vez que existe uma hierarquia que atenta em todas as fases de produção. Assim, os estudantes que escrevem para o ComUM têm obrigatoriamente de cumprir os prazos estabelecidos pelos seus editores e superiores hierárquicos, como nos diz Rui Rocha, director do jornal.
Segundo Rui Rocha, é em conjunto com os outros membros da direcção que se ultimam os assuntos a abordar e a explorar em cada edição da publicação. Assim, reunem-se todos e decidem os temas a publicar, assim como as pessoas a tratarem deles e o modo como o farão.
Quanto à qualidade das pessoas que lhe aparecem, o director sublinha que tanto podem aparecer pessoas extremamente bem preparadas e com maiores apetências à práctica de jornalismo, como pessoas dispostas a começar do zero e evoluir de forma gradual rumo ao êxito em termos jornalísticos.
Rui posiciona, ainda, o seu jornal num local de destaque devido à independência com que o mesmo se rege, uma vez que não se submete a pressões da própria Universidade, que é a maioria das vezes, o universo jornalístico do periódico. Neste campo, o mesmo, afirma a distinção do jornal, pois comparando com outros, quer académicos, quer mesmo a nível nacional, o ComUM pode definir-se como independente, marcando, por aí, uma diferente posição.
Questionando alguns alunos da Universidade, tivemos a pretensão de saber como o Universo estudantil via o jornal ComUM.
Assim, o aluno do primeiro ano de Ciências da Comunicação, Isaac Franco, considera o jornal como um instrumento muito importante para todos os alunos da Universidade do Minho, uma vez que proporciona aos mesmos o acesso a alguns assuntos que passariam, certamente despercebidos e o faz com rigor.
O estudante de Comunicação diz ainda que, embora o jornal tenha uma versão online e uma impressa, a sua preferência vai para a impressa pois prefere ter o jornal "nas mãos".
Isaac também é da opinião que o jornal difere dos outros relativamente ao aspecto da independência, uma vez que isso se nota claramente na leitura do jornal e ainda que na visão inovadora da realidade académica que apresenta, sendo considerado, deste modo, como voz de todos os estudantes da Universidade do Minho.
Sobre a possibilidade de melhoria do jornal, o mesmo inquirido diz que o Jornal deveria alargar ainda mais a sua acção, pois essa por vezes é demasiado curta.
Conversa com Isaac Franco na íntegra:
Outras inquiridas (Sara Machado e Andreia Ribeiro) demonstraram um leve conhecimento do jornal, admitindo, porém, que só o consultaram uma vez, mas que o mesmo lhes agradou. Assim, consideram que o jornal deveria apostar mais na sua divulgação pois quase que passa despercebido a alunos fora do curso de Ciências da Comunicação.
Conversa com Sara Machado e Andreia Ribeiro na íntegra:
A voz destas duas últimas inquiridas é importante, uma vez que simbolizam um extenso grupo de estudantes que se sentiram impossibilitados de responder às nossas questões por falta de conheciemnto. Na maioria dos casos, as pessoas responderam que nunca tinham ouvido falar no jornal.

1 comentário:
A reportagem está muito completa, informativa e bem feita. Só acho que há muitos áudios e penso que as pessoas não clicariam em todos. Sugiro que, ao entrevistarem alguém, seleccionem o melhor trecho e disponibilizem aquela parte em áudio, como um complemento à informação.
Achei inusitado o link para o vídeo das últimas entrevistadas, publicado no YouTube. Nunca vi algo parecido em jornal algum, mas achei interessante. É, no mínimo, original e criativo.
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